Após a procissão até a Capela Sistina, rezando a Ladainha dos Santos, os cardeais eleitores tomaram seus lugares.
Em seguida, rezaram, com o coro, o Veni Creator Spiritus, invocando o Espírito Santo.
Após a oração, os cardeais eleitores (que têm menos de 80 anos) fizeram o juramento solene de “observar fielmente e escrupulosamente todas as prescrições contidas na Constituição Apostólica Universi Dominici Gregis, emanada em 22 de fevereiro de 1996, e as modificações adicionadas pelo Motu Proprio Normas nonnullas do Sumo Pontífice Bento XVI, de 22 de fevereiro de 2013”. Ambos os documentos regem as regras da eleição pontifícia.
Prometem, ainda, “observar, com a máxima fidelidade e com todos, seja clérigos ou leigos, o segredo sobre tudo aquilo que, de qualquer modo, diz respeito à eleição do Romano Pontífice e tudo aquilo que acontece no lugar de seu eleição”, guardando o segredo “seja durante, seja depois a eleição do novo pontífice, a menos que não seja concedida explícita autorização pelo mesmo pontífice”.
Após o juramento coletivo, cada cardeal se aproximou do Evangelho, colocado no meio da Capela. Com a mão direita sobre o livro, eles disseram a fórmula em latim: “Et ego (nome), Cardinalis (sobrenome), spóndeo, vóveo ac iuro. Sic me Deus ádiuvet et haec Sancta Dei Evangelia, quae manu mea tango – E eu (nome), Cardeal (sobrenome), prometo me obrigo e juro. Assim Deus me ajude e estes santos Evangelhos que toco com a minha mão”.
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Fonte e imagem: CNBB – Conferência dos Bispos
