POLÍCIA CIVIL DEFLAGRA OPERAÇÃO CONTRA O GOLPE DO BILHETE PREMIADO.
Operação cumpriu na manhã desta quarta-feira (28) seis mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. O grupo é investigado por três golpes praticados em Blumenau, que somaram prejuízo de aproximadamente R$ 148 mil às vítimas.
A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Combate a Estelionatos (DCE) da Divisão de Investigação Criminal de Blumenau, deflagrou na manhã desta quarta-feira (28) operação voltada a desarticular grupo criminoso especializado no chamado “golpe do bilhete premiado”.
As investigações apuram crimes praticados em Blumenau nos dias 9 de julho, 11 de agosto e 24 de agosto deste ano, que, somados, causaram prejuízo total de aproximadamente R$ 148 mil às vítimas.
Ao todo, foram cumpridos 6 (seis) mandados de busca e apreensão e 2 (dois) mandados de prisão, expedidos pelo Poder Judiciário, nas cidades de Balneário Camboriú, Itapema e Passo Fundo/RS.
As diligências em território gaúcho contaram com o apoio da 2ª Delegacia de Polícia de Passo Fundo, da Polícia Civil do Rio Grande do Sul.
Em Balneário Camboriú, os policiais cumpriram um mandado de prisão e um de busca domiciliar. O preso foi encaminhado ao Presídio de Itajaí, onde permanece à disposição da Justiça. O segundo mandado de prisão teve como alvo investigado que já se encontrava recolhido no Presídio Regional de Blumenau, sendo cientificado da nova ordem judicial ainda nesta manhã. Os demais mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Passo Fundo/RS (quatro) e em Itapema/SC (um).
O golpe do bilhete premiado consiste na abordagem de vítimas, geralmente idosas, por criminosos que alegam possuir um bilhete de loteria premiado e pedem dinheiro ou bens como garantia para resgatar o suposto prêmio. Após obter os valores, os golpistas desaparecem.
O material apreendido será analisado e as investigações prosseguem para identificar outros envolvidos e eventuais novas vítimas. A Polícia Civil orienta a população a desconfiar de abordagens desse tipo e a registrar ocorrência em caso de suspeita.
